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RH em 2026: por que pessoas seguem sendo o ativo mais estratégico das empresas

RH em 2026: por que pessoas seguem sendo o ativo mais estratégico das empresas

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Todo início de ano traz a sensação de recomeço. Planos são revisados, metas ganham nova forma e ferramentas entram em cena com a promessa de facilitar a gestão e melhorar resultados. Ainda assim, ao falar de gestão de pessoas e RH em 2026, uma realidade permanece constante: pessoas seguem sendo o ativo mais estratégico das organizações.

Isso não acontece por falta de tecnologia ou de iniciativas bem-intencionadas. A principal razão está na complexidade crescente do ambiente de trabalho e na forma como as empresas estruturam seus processos e decisões.

Pessoas no centro de um ambiente cada vez mais exigente

Nos últimos anos, o volume de decisões, projetos simultâneos e mudanças organizacionais aumentou de forma significativa. Segundo o relatório Global Human Capital Trends, da Deloitte, a complexidade organizacional é um dos principais fatores que pressionam líderes e equipes, exigindo mais coordenação, mais comunicação e mais clareza do que nunca.

Ao mesmo tempo, o impacto humano dessa complexidade é evidente. O relatório State of the Global Workplace, da Gallup, aponta que níveis baixos de engajamento seguem sendo um desafio global e estão diretamente associados à falta de clareza, excesso de demandas e estruturas pouco eficientes.

Portanto, estruturar um planejamento de RH em 2026 exige reconhecer que pessoas continuam sendo centrais, pois são elas que sustentam essa complexidade no dia a dia.

Impacto de excesso de ferramentas e pouca integração

Nunca houve tantas soluções tecnológicas voltadas à gestão de pessoas, projetos e desempenho. Plataformas se multiplicaram, indicadores se tornaram mais sofisticados e metodologias passaram a fazer parte do vocabulário corporativo.

Ainda assim, dados da Gartner mostram que o excesso de sistemas e a baixa integração entre eles estão entre os principais fatores de frustração no trabalho do conhecimento. Quando processos não acompanham a tecnologia, o esforço para fazer o trabalho acontecer é transferido para as pessoas. Esse deve ser  um dos pontos de atenção centrais para quem lidera a gestão de pessoas em 2026.

Tecnologia, sem estrutura clara, não simplifica. Ela exige adaptação constante, consome energia e aumenta a sensação de urgência permanente.

Falhas de processo e desgaste no trabalho

Com base no amadurecimento dos estudos em gestão de pessoas, tratar desempenho como algo isolado do contexto organizacional é ignorar a principal origem do desgaste no trabalho. Falta de clareza sobre prioridades, papéis e critérios de decisão gera insegurança, retrabalho e desgaste emocional.

Estudos da Gallup indicam que equipes com objetivos claros e alinhados apresentam níveis mais altos de engajamento e produtividade. Quando essa clareza não existe, profissionais competentes passam a gastar tempo interpretando cenários, corrigindo falhas e compensando lacunas estruturais.

Ambientes desorganizados não desafiam talentos. Eles os esgotam.

Processos e previsibilidade no dia a dia

Ainda existe a percepção de que processos limitam a autonomia das pessoas. Na prática, o que mais limita é a ausência deles. Processos bem desenhados reduzem ruídos, organizam decisões e criam previsibilidade. Eles protegem o tempo, a energia e a capacidade de foco das equipes.

Quando funcionam, quase não são percebidos. Estão presentes na fluidez do trabalho, na segurança para executar e na redução de conflitos desnecessários.

Processo não é burocracia.
Processo é cuidado estruturado.

O papel do RH em 2026: sustentar a base

Em 2026, o RH que gera impacto real é aquele que atua de forma integrada à estratégia do negócio. Não apenas cuidando da experiência das pessoas, mas participando das decisões que moldam a forma de trabalhar, a governança e a execução.

Relatórios globais de gestão apontam que organizações com estruturas claras de decisão e execução tendem a apresentar melhores resultados sustentáveis ao longo do tempo. Cultura não se sustenta apenas por discurso. Ela depende de consistência, método e alinhamento entre intenção e prática.

Alinhamento entre discurso e execução

Valorizar pessoas vai além de boas intenções. Significa criar condições reais para que o trabalho aconteça com clareza, equilíbrio e sentido.

Na OnSet, esse respeito começa no desenho dos processos, na organização das decisões e na condução responsável dos projetos. Estratégia só se sustenta quando vira prática. E a prática só funciona quando respeita quem está envolvido.

Estruturas bem construídas não aparecem em discursos. Elas aparecem no dia a dia, muitas vezes na ausência de problemas que antes eram considerados normais.

Um novo ciclo pede maturidade organizacional

O início de um novo ano é um convite à reflexão. Mais do que adotar novas ferramentas ou reforçar discursos inspiradores, vale revisitar uma pergunta essencial: o ambiente que criamos permite que as pessoas trabalhem bem?

Pessoas seguem sendo o ativo mais estratégico das organizações. O mínimo que elas merecem é uma base sólida, clara e respeitosa, onde processos organizam, decisões fazem sentido e a estratégia se sustenta na prática. Se a sua empresa está repensando a forma de gerir pessoas em 2026, talvez este seja o momento de olhar para a base que sustenta tudo isso. 

Quer entender como estruturar processos que respeitam pessoas e sustentam a estratégia? Conheça como a OnSet atua na construção de modelos de gestão que conectam pessoas, processos e execução de forma prática e sustentável.

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